O ajuste no F
Mexemos no logo. Parece detalhe bobo, mas o F invertido agora encosta no E — e isso muda tudo.
A LEEF nasceu de um reflexo: no espelho, LEEF vira FEEL. O F invertido sempre foi o coração disso. Mas a primeira versão do logo tinha um incômodo silencioso.
A fonte não é monoespaçada — cada letra ocupa um espaço diferente. O F é mais largo que o L, então, ao traçar uma linha no meio do nome, ela passava por cima do E em vez de cortar limpo. Ficava desproporcional. Um detalhe que quase ninguém notava de forma consciente, mas que o olho sentia.
Na versão nova, o F invertido encosta no E. Ele não só vira — ele é meio que jogado pro lado, inclinado em direção ao E. E é exatamente esse "errado" que faz funcionar: a estranheza chama o olhar e te faz perguntar por que aquele F está virado. A resposta é o reflexo. É o FEEL escondido no LEEF.
Mudança pequena, quase invisível. Mas é assim que a gente gosta de trabalhar: ajustando o que o olho sente antes da cabeça entender.
